domingo, outubro 17

GOVERNO PRORROGA ESTUDO PARA MUDAR LEI - (Vão esperar a eleição de DILMA)‏

Para quem acredita no novo discurso da Dilma.
 Taí a explicação do silêncio dos movimentos feminsitas com as declarações da Dilma e até a carta por ela assinada que só serve para conseguir os votos dos inocentes úteis.



O Ministério da Saúde publicou em quatro de outubro, um dia após o 1° turno das eleições, a prorrogação de um convênio que estuda mudanças na legislação sobre o aborto. O projeto, segundo o contrato publicado no Diário Oficial da União, chama-se Estudo e Pesquisa - Despenalizar o Aborto no Brasil. Ontem, a candidata do PT è Presidência, Dilma Rousseff, divulgou uma carta em que diz ser contra o aborto e promete não tomar "iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação" sobre o assunto. Só que a promessa vai na contramão da atuação do Ministério da Saúde nos últimos anos e tem incomodado entidades que atuam em parceria com o governo. Esse recente convênio, prorrogado até fevereiro de 2011, foi fechado no ano passado com a Fundação Oswaldo Cruz, do Rio, e faz parte do Grupo de Estudo sobre o Aborto, que reúne desde 2007 entidades civis dispostas a debater o assunto com o Executivo, o Judiciário e o Legislativo. Coordenador desse grupo de estudos em todo o País, o médico Thomaz Gollop lamenta a carta de Dilma e o rumo da discussão sobre o tema no 2° turno. "O enfoque está errado, inadequado, seja para qual for o candidato. O Brasil precisa se informar." O projeto trata, segundo extrato do Diário Oficial, de estudo para "despenalizar" o aborto, ou seja, não aplicar pena às mulheres que adotam essa prática, condenada por lei. Mas, segundo o coordenador do grupo de estudos, a ideia é ir mais longe e não fazer mais do aborto um crime.


( http://www.samuelcelestino.com.br/noticias/noticia/2010/10/16/76172,aborto-governo-prorroga-estudo-para-mudar-lei.html )

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